quinta-feira, 25 de março de 2010

Não quero ser Marxista

Hoje em dia é difícil pra mim não usar as expressões "propriedade privada", "capital", "luta de classes" e "burguesia" para explicar todos os problemas do mundo, é difícil esquecer da sociologia e todos os seus porques, não me irritar com Durkheim, Ratzel, Malthus e meus outros companheiros protestantes iluministas, é difícil não querer direcionar todas as tensões sociais para a revolução e continuar enxergando o mundo do mesmo jeito depois de redescobrir a mais-valia.
O grande problema nisso tudo é que eu acabo me esquecendo do pecado, da cruz, da graça e da regeneração, acabo inventando soluções que não solucionam nada, e é como se eu admitisse que a obra de Cristo não foi suficiente, fato é que foi, e a prova é que eu acabo caindo sempre no mesmo ponto: o problema está em mim =D

4 comentários:

  1. Curti bastante! Já passei por isso umas tantas vezes em meio a outras reflexões. Bênçãos!

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  2. AMEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM

    haushshah
    =D

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  3. É, o que vc fez é o que Chesterton chama de "sanidade"!

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  4. Pois é menina... por isto não podemos ser progressistas, mas, pessimistas esperançosos. Nosso engajamento é por obediência, mas a transformação é competência de Cristo.

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