sábado, 29 de outubro de 2011

Dia Branco

idolatria

“Os sintomas de decadência espiritual da civilização ocidental, expresso na crescente expansão da mente niilista não podem ser explicados por causas externas. Elas são apenas o resultado último de um processo religioso de apostasia que se iniciou com a crença na autosuficiência absoluta da personalidade humana racional e que estava condenado a terminar com a própria destruição desse ídolo”.


Herman Dooyeweerd

Paradoxo

“O evangelho de Jesus Cristo dá voz concreta a duas verdades paradoxais que expressam a tragédia da condição humana: a primeira é que, se você não ama, você não viverá; a segunda é que, se você ama, você morrerá. Se você não puder amar, você permanecerá preso a si mesmo e ficará estéril, incapaz de criar um futuro para si ou para os outros, incapaz de viver. Se, todavia, você de fato amar, você será uma ameaça às estruturas de dominação sobre as quais repousam a sociedade e então você será morto”


T. S. Eliot

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Sanidade

Até agora, os planos educativos conseguiram pouco do que pretendiam e, de fato, quando os relemos – vendo como Platão faria de cada criança ‘um bastardo criado em uma repartição pública’, e como Elyot desejava que a criança não visse homem nenhum até os sete anos e, completada essa idade, não visse nenhuma mulher, e como Locke queria os meninos de sapatos esfarrapados e sem aptidão para a poesia –, podemos agradecer a benéfica teimosia das verdadeiras mães, das verdadeiras amas e (sobretudo) das verdadeiras crianças por preservar a sanidade que a raça humana ainda possui.


C. S. Lewis

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

bunito

Estava eu morto em minha zona de conforto e de repente bateu um coração, que não era o meu. Luz e ar, os meus olhos doíam, meu corpo reclamava, tive que acostumar a viver e teria sido impossível tolerar toda aquela vida fluindo se fosse eu, mas agora já não sou mais eu que vivo, mas o Rei, e mesmo errando, mesmo sofrendo, é com Ele e para Ele que quero viver.


Edu Mendes (meu lindoso)