sábado, 19 de novembro de 2011


SENHOR, SUBLIME E SANTO, MANSO E HUMILDE,
Tu me trouxeste ao vale da visão,
onde eu vivo nas profundezas, porém vejo a Ti nas alturas;
cercado por montanhas de pecado, eu contemplo a Tua glória.
Faze-me aprender, por paradoxo,
que o caminho para baixo é o caminho para o alto,
que ser menor é ser maior,
que o coração quebrantado é o coração curado,
que o espírito contrito é o espírito alegre,
que a alma arrependida é a alma vitoriosa,
que não ter nada é possuir tudo,
que levar a cruz é portar a coroa,
que o vale é o lugar da visão.
Senhor, durante o dia podem-se ver as estrelas do mais profundo abismo,
e, quanto mais profundo o abismo, mais forte brilham as Tuas estrelas;
Faze-me encontrar a Tua luz na minha escuridão,
a Tua vida na minha morte,
a Tua alegria na minha tristeza,
a Tua graça no meu pecado,
as Tuas riquezas na minha pobreza,
a Tua glória no meu vale.

BENNET, Arthur (Ed.). The Valley of Vision: A Collection of Puritan Prayers & Devotions. Edinburg, USA: The Banner of Truth Trust, 2009, p. XV.

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