domingo, 1 de abril de 2012

Não, eu não quero chegar no vazio, a ausência não me traz paz.
O silêncio que carrega a história traz consigo o meu inibidor de mim mesmo. Ele não é vazio.
Às vezes as explosões de cores, tatos, sabores e sons me enganam e me fazem pensar que o que eu sinto sou eu. Isso é vazio.
Ignorar o criador da mais linda obra de arte, suas leis e repetições, suas doses de azul e de cinza, aquilo que me permite sentir o calor e o alívio não me faz ser mais livre, embora pareça.
Pare de se enganar, Daniela... O mundo lá fora é mais bonito que o seu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário