sexta-feira, 18 de abril de 2014

Quando tudo desmorona na frente dos meus olhos e o Senhor insiste em se fazer presente, e eu demoro a crer pois a dor me entrete, me cega e ensurdece.
Quando meu chão vira um mar revolto e eu me esqueço como é estar segura, uma mão se estende perdoando meu lamento, meu medo e minha ira.
Quando a ingratidão mata o sonho e a esperança e a escuridão que houve entre a cruz e a ressurreição se instala, aonde você está?
A tempestade é bela.
Eu preferia não ter sido abandonada de novo, preferia não ter me exposto ao assassino, queria a chance de fugir, ou ao menos, receber do teu consolo.
Aquele que venceu a morte, vencerá nossos corações. Faz dos cacos que encontrar um novo vaso, mais forte e mais bonito.



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